HISTÓRIA
A história do PSC começou em 1970, com a criação do PDR (Partido Democrático Republicano). Em 1985, depois da reabertura política, Vítor Nósseis deu continuidade ao trabalho da sigla, com a fundação do PSC. Em 1989, aliou-se ao PST, PTR e PRN, essa coligação denominada "Brasil Novo" levou à vitória Fernando Collor. Só obteve registro definitivo no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em 1990. A denominação "Social Cristão" vem da crença dos partidários de que o Cristianismo, mais do que uma religião, é um estado de espírito que não segrega e não exclui, além de servir de base para que as pessoas tomem decisões de forma racional -- daí, declara-se Pró-Vida e Pró-Família. Abertamente contrário ao Marxismo, é historicamente anti-comunista. Seu atual presidente, Everaldo Pereira, foi Candidato à Presidência da República em 2014.
Nomes de destaque do partido
- O atual presidente nacional é o Pr. Everaldo Pereira. Também integram o partido o ex-senador Virgínio de Carvalho, ex-deputado federal Régis de Oliveira e mais recentemente o deputado federal Jair Bolsonaro passou a integrar o partido, sendo o pré-candidato do PSC à Presidência da República em 2018.[7]
- Quem também se elegeu pelo estado de São Paulo foi Eduardo Bolsonaro, filho de Jair Bolsonaro.[8]
- Em São Paulo, seu presidente é o deputado estadual Gilberto Nascimento.
- Outro nome de destaque do partido, é o deputado e pastor Marco Feliciano.[9]
- Em Mato Grosso, o Diretório Estadual é presidido por José Magalhães. Destaca-se no interior do estado, o crescimento dos diretórios municipais na região de Tangará da Serra. O presidente da sigla neste município é o médico Renato Gama.
- Em Minas Gerais, o PSC é presidido pelo deputado federal Mário de Oliveira Genaro e na cidade de Contagem, o partido tem como presidente Ronaldo Soares.
- Em Santa Catarina, o presidente do partido é o ex-deputado Adelor Vieira. Segundo o diretório estadual, em Santa Catarina o partido está tendo um crescimento formidável nos últimos anos, tendo quase triplicado o número de filiados.
- No estado do Paraná o partido conta com lideranças políticas influentes, com destaque para o deputado e pastor Hidekazu Takayama (ex-PAN).
- No estado da Paraíba, o PSC é presidido pelo ex-senador Marcondes Gadelha, que filiou-se em 2009 junto com seu filho, o suplente de deputado federal Leonardo Gadelha.
- Em março de 2016, filiou-se o deputado Jair Bolsonaro do Rio de Janeiro, para ser candidato a presidência em 2018. Com isso, analistas apontam que o partido está num movimento cada vez mais a direita iniciando na centro-direita como democrata cristão, conservador-liberal em 2014 e agora com a filiação de Bolsonaro em direção a uma plataforma nacionalista.
- Em Sergipe, os destaques são o senador Eduardo Amorim e o deputado federal André Moura.
- No estado do Maranhão o partido é presidido pelo ex-deputado federal Costa Ferreira. O partido alcançou mais da metade dos municípios.
- No estado da Bahia, o destaque é o deputado federal e cantor evangélico Irmão Lázaro.
Crescimento
- Em 1994 a legenda lança o militar Hernani Goulart Fortuna como candidato a presidente. Ele logrou 0,38% dos votos e, consequentemente, a última colocação.
- Em 1998, o partido, que lançara Sérgio Bueno como presidenciável, conseguiu eleger dois deputados federais e 15 estaduais. Sérgio Bueno ficou em penúltimo lugar no pleito, com 124.659 votos.
- Em 2002, a sigla ainda lançou a candidatura de Carlos Otávio Schneider ao governo do Rio Grande do Sul No entanto, não logrou sucesso.
- Em 2006, o partido tentou inscrever Rogério Vargas como candidato à presidência. Seu nome chegou a aparecer em algumas pesquisas, mas o candidato acabou desistindo na última hora.
- Nas eleições municipais de 2008, o PSC elegeu 26 prefeitos e 739 cadeiras em câmaras municipais.
- Dois anos depois, o partido conquistou uma vaga no senado, 17 cadeiras de deputados federais e 26 de estaduais.
- Em 2014, lançou a candidatura de Pastor Everaldo à presidência da república, o pastor adotou um discurso liberal de cunho austríaco em economia, e conservador em costumes e políticas públicas, foi o primeiro partido a se declarar de direita em um pleito presidencial desde 1989 e atribui-se a isto a sua maior votação histórica em um pleito presidencial independente.
Nenhum comentário:
Postar um comentário